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2010/01/02

Médicos no desemprego, a solução!?

Que me desculpem os médicos e toda a sua classe, que me merecem a maior das considerações, mas se há uma evidente e até aberrante posição corporativista numa classe profissional esta é sem qualquer dúvida a dos médicos.

Com a inauguração do nova faculdade de medicina em Aveiro o bastonário Pedro Nunes veio prontamente para a comunicação social afirmar que tal acontecimento era uma fraude para as futuras gerações e que dentro de quatro ou cinco anos haveria médicos no desemprego…

Todos sabemos direta ou indiretamente como vão as coisas com a saúde em Portugal, são meses de espera por uma consulta, por uma cirurgia, um tratamento etc.. Pior sabemos do desinteresse dos inúmeros maus profissionais que abundam por esses hospitais fora. Sabemos das fortunas que a maioria dos imensos médicos ganham etc. etc.

È por isso, uma classe altamente protegida e que como tal exerce uma grande pressão sobre o poder politico, chantageando dissimulando etc., porque têm a perfeita noção que as pessoas temem pela sua saúde e nesta cadeia quem precisa é claramente o elo mais fraco!


Não vejo qualquer problema que se formem muitos médicos portugueses em Portugal.

Por outro lado já não aceito que se formem médicos portugueses noutros países para depois virem para Portugal exercer a profissão, nem que se aceitem médicos formados na Rússia, em Cuba etc. para exercerem medicina em Portugal. 

Acho que desta forma se estão a vedar aos jovens portugueses as possibilidades de seguirem a sua carreira no seu país e ao mesmo tempo a desperdiçar os verdadeiros bons médicos!

Abram novas Universidades de Medicina, deixem que haja médicos no desemprego, porque é sem duvida, alguma sinal que apesar de passar a existir desemprego no sector, a saúde em Portugal certamente melhorará...

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