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2026/01/04

Imagina Portugal


Num tempo em que a política portuguesa se afunda entre a resignação e a retórica vazia, Cotrim de Figueiredo surge como uma raridade: um candidato que combina lucidez económica, ética liberal e um sentido de responsabilidade verdadeiramente presidencial .

A sua candidatura representa mais do que uma opção partidária; é uma afirmação de maturidade democrática, um convite para devolver ao cargo de Presidente da República a independência e a seriedade que o país exige.

Cotrim entende que um Estado que sufoca a iniciativa dos cidadãos, seja pela burocracia ou pela carga fiscal, são entraves sérios às bases do desenvolvimento. A sua visão defende menos paternalismo e mais confiança na sociedade civil — um princípio essencial numa democracia moderna que valoriza o mérito e a responsabilidade pessoal. Esta é, provavelmente, a ideia mais transformadora da sua candidatura: colocar o cidadão, e não o Estado, no centro da vida política e económica.

Outro ponto que distingue o Cotrim é a transparência e exigência ética na governança. Num contexto de sucessivos escândalos e desconfiança crónica, ele fala com clareza sobre a necessidade de um Estado que respeite as regras e sirva as pessoas, e não as redes de interesses. 

É um candidato com experiência fora da política, que fala como gestor e como cidadão, e essa combinação é rara. Traz por isso para o plano político o pragmatismo de quem sabe que boas intenções não bastam — é preciso resultados.

Por fim, há o traço humano que tantos admitem: a sobriedade e o sentido de dever. Cotrim não se apresenta como salvador, mas como servidor. É sereno no discurso, firme nos valores e capaz de dialogar sem abdicar da coerência. Essa postura confere-lhe uma autoridade moral que falta a muitos — a autoridade de quem não precisa de gritar para ser ouvido.

Se escolhermos Cotrim de Figueiredo, não ficaremos apenas a eleger um Presidente; estaremos a reafirmar uma ideia de Portugal em que a liberdade, a responsabilidade e a integridade voltam a ser virtudes públicas. E isso, por si só, já seria uma enorme vitória